Cada fase do capitalismo tem seu próprio afeto dominante que o mantêm unido. E isto não é algo fixo, estático; a permanência de tal afeto dominante só dura até que estratégias de resistência e combate sejam capazes de romper a cadeia desse afeto e/ou as raízes sociais que a formularam. Por isso o capitalismo ocasionalmente entra em crise e se refaz ao redor de novos afetos relacionais diferentes.
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