A
obra que é revelada ao grande público trata, com propriedade
linguística e responsável enfrentamento jurídico, de tema relevante,
necessário e de grande proveito para a comunidade jurídica, propondo-se a
uma análise da possibilidade e dos limites de controle judicial das
políticas públicas, especialmente frente à omissão do Estado executivo
no âmbito do meio ambiental. Trabalhando
com autores clássicos e inovadores, o autor parte de uma realidade por
todos nós constatada, mas que culminamos por no mais das vezes
negligenciar, que diz com o destrato que o meio ambiente sofre por
atuação do próprio homem, maior interessado na sua manutenção e
cuidados. Destacando
o papel de “ação” do Estado no trato da coisa pública, denuncia que,
não raro, é o próprio Estado responsável pela degradação vedada, ao que
se agrega, com agravamento e ampliação da ofensa, a omissão em impedir
atos nocivos ao meio ambiente, praticados à absoluta revelia de qualquer
intervenção ou fiscalização daquele que detém entre suas funções
exatamente o dever constitucional de tutelar o meio ambiente.
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