Julgo
que é pelo menos curioso o fato de que a maioria das filosofias da
educação não fazem o uso de um recurso tão rico de significação quanto a
própria vivência do filósofo enquanto aluno em seus tempos escolares.
Também não acredito que alguém possa ter passado indiferente a um
período tão especial, a ponto de ignorar totalmente as suas próprias
vivências escolares na hora refletir acerca da filosofia da educação.
Com base nisto este trabalho inicia-se com uma análise crítica das
minhas vivências escolares baseadas na reflexão acerca do que aprendi,
como aprendi e se de fato aprendi alguma coisa em minha vida escolar.
Esta investigação desdobra diversos problemas que necessitam ser
dissertados, o fato das crianças entrarem radiantes e curiosas no jardim
de infância e aos poucos perderem o interesse pela Escola, tornando-se
seres acríticos e desinteressados acaba por revelar a questão chave para
todo o desenvolvimento subsequente da argumentação aqui apresentada:
Como a Escola deveria ser para tornar-se mais interessante para os
alunos, gratificante para os professores e transparente para toda a
comunidade escolar?
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

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