Nesta obra, o capítulo “O movimento negro na última década”, de sua
autoria, traça um panorama histórico do modelo econômico a partir de
1964, - quando os militares assumiram o poder e instauraram uma nova
"ordem" – e como a população negra trabalhadora se encaixou nesse
cenário. Em seguida, Lélia resgata
historicamente os movimentos negros, uma vez que: “falar do Movimento
Negro implica no tratamento de um tema cuja complexidade, dada a
multiplicidade de suas variantes, não permite umas visão unitária.
Afinal, nós negros, não constituímos um bloco monolítico, de
características rígidas e imutáveis”. Dentro desta pluralidade, elenca
diversas estratégias de resistência ao sistema escravocrata, como os
quilombos, as irmandades de homens pretos, as religiões de matriz
africana. Ainda neste capítulo, Lélia narra o processo de criação do
Movimento Negro Unificado, do qual foi cofundadora no ano de 1978.
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