Presença De Anita narra a
história de um pacto de morte entre dois amantes — Anita, uma
ninfeta de 17 anos, linda e sardônica, despertando para os
prazeres do sexo, e Eduardo, um quarentão, casado, pai de
dois filhos. É ele quem faz a proposta — "(...) só vejo um
caminho: morrermos juntos duma vez!" — e ela aceita sem titubear.
Depois de mais uma jornada de amor, eles decidem que chegou o
momento de consumar o fato. Anita entrega a arma a Eduardo e pede
que ele atire nela. Ele cumpre a ordem e, em seguida, leva a arma
lentamente à própria fronte e aperta o gatilho. Mas,
numa armadilha implacável do destino, nem tudo sai como
eles planejaram. Numa narrativa
vertiginosa, Mário Donato constrói uma trama
engenhosa, inquietante e sedutora que captura a
atenção do leitor logo no primeiro capítulo.
Tornamos-nos quase-cúmplices de Eduardo e sua obsessiva
busca pelo amor idealizado, projetado na figura de "Cíntia" —
criada por sua imaginação adolescente e que ganha
forma em seus desenhos. Em cada mulher que cruza o seu caminho,
ele procura traços e características daquela que
é a sua razão de viver, mas se depara o tempo todo
com "quase-Cíntias". Eduardo conseguirá realizar seu
sonho e ter em seus braços a Cíntia-desejada?
Será "Anita" a mulher que ele tanto procurou?
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