Este clássico da literatura feminista foi publicado originalmente em
1892, mas continua atual em suas questões. Escrito pela norte-americana
Charlotte Perkins Gilman, ele narra, em primeira pessoa, a história de
uma mulher forçada ao confinamento por seu marido e médico, que pretende
curá-la de uma depressão nervosa passageira. Proibida de fazer qualquer
esforço físico e mental, a protagonista fica obcecada pela estampa do
papel de parede do seu quarto e acaba enlouquecendo de vez. Charlotte
Perkins Gilman participou ativamente da luta pelos direitos das mulheres
em sua época e é a autora do clássico tratado Women and Economics, uma
das bíblias no movimento feminista.

Nenhum comentário:
Postar um comentário