Pouco compreendida em 1928, quando de sua publicação, esta obra teve
grande repercussão na década de 1960, quando suscitou grandes polêmicas.
Havendo uma reviravolta completa em 1958, quando saiu uma tradução
inglesa do livro, passou-se, então, a perceber claramente que o estudo
de Propp, embora concentrado num corpus de cem contos de magia russos e
sem nenhuma pretensão explícita de extrapolar essas conclusões para
outros gêneros, dava explicação cabal a um fato que perturbava os
folcloristas: a ocorrência dos mesmos esquemas narrativos em povos que
dificilmente poderiam ter mantido contato entre si. Com essa nova
edição, totalmente revista, procuramos divulgar um pouco da vasta e
importante contribuição de Propp, penetrar um pouco no seu mundo, cuja
importância o Ocidente avalia desde fins da década de 1950, mas cujo
conhecimento global tem sido tão prejudicado pela insuficiência de
materiais.
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