O presente trabalho defende, com base no estudo de casos de uma série
de países (França, Reino Unido, Itália, Alemanha, Japão, Espanha,
Portugal e China), a criação e a adoção de um modelo de instituto
cultural como plataforma permanete de atuação internacional, capaz de
sedimentar um retrato dinâmico e atualizado do país em termos culturais e
destinado a superar os estereótipos ligados à nossa imagem externa. Em sintonia com o caráter universalista da diplomacia brasileira, o
instituto de cultura a ser criado deveria atuar com êndase na promoção
do conhecimento do país como espaço de paz, cooperação e
desenvolvimento, e na promoção dos produtos da indústria, da pesquisa
científico-tecnológica e da criatividade brasileiras, como fazem seus
homólogos dos já citados países.
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