
Carlos Moore apresenta aqui um repensar das origens do pensamento
político de esquerda no Brasil e pretende destruir o lugar-comum teórico
sobre os clássicos do pensamento sociológico. Contrapondo teorias
Marxistas com ideais antirracistas do Movimento Negro, Moore visa
demonstrar que os autores do Manifesto do Partido Comunista eram
racistas, adeptos e defensores da superioridade dos povos europeus,
'supremacia branco' na condução da história mundial. Dessa forma, Moore
aponta para a construção de um conhecimento que alcance além da
discriminação racial existente em pensamentos ditos de esquerda e
progressistas.
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