O livro As Paixões Humanas em Thomas Hobbes: entre a ciência e a moral,
o medo e a esperança analisa a relação existente entre a ciência de
matriz mecanicista e o projeto político presente na obra desse autor
inglês do séc. XVII. Defende a hipótese de que Hobbes deve muito de sua
concepção moral e política aos seus estudos acerca da ciência, que o
orientam a pensar o homem e suas paixões. Com esse pressuposto, são
também discutidas no livro algumas interpretações que criticam a relação
entre filosofia natural (ciência) e filosofia moral. Finalmente,
investiga-se o papel que duas paixões em especial, o medo e a esperança,
desempenham no processo que afasta a guerra de todos e procura
construir a paz política.

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