Em
O ramo de ouro, Frazer analisou em profundidade os ritos e costumes de
diversas sociedades. O trabalho ampliou-se de tal forma que a edição
final (1907-1915) chegou a 12 volumes. Segundo a tese geral de Frazer, a
mente humana evoluiu do estado mágico ao religioso e, posteriormente,
ao científico. Embora essa teoria houvesse sido logo refutada, muitos
antropólogos aceitam a distinção estabelecida por Frazer entre magia e
religião: a primeira seria uma tentativa "técnica" de controlar os
acontecimentos, ao passo que a religião consiste em pedir ajuda a seres
espirituais. Frazer estudou também a instituição da "realeza divina",
comum entre os povos africanos, e a relação existente entre o monarca e a
casta sacerdotal.
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