Os alimentos funcionais constituem um produto da
ciência e do marketing e alimentam um ethos consumista alavancado por
uma crescente reflexividade, conhecimento e ativismo por parte dos
consumidores dos cuidados de saúde. Em Portugal são quase inexistentes
os dados quantitativos e qualitativos sobre esta temática e a
investigação em curso cruzará os resultados de um grande inquérito
nacional, com 1200 inquiridos e que inclui uma seção específica sobre
os AF, com a análise de uma base de dados de 500.000 transações, na
tentativa de construir perfis de consumo dos AF em Portugal. Pesquisa
qualitativa posterior, por meio de grupos focais, tentará revelar as
lógicas e modos de adesão dos consumidores a esta opção da modernidade
reflexiva, de fronteira entre o alimento e o medicamento.
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