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terça-feira, 22 de novembro de 2016

Alexis De Tocqueville - Ensaio Sobre A Pobreza














O argumento implícito neste livro é da maior importância, quando refletimos sobre a problemática da pobreza em nosso país. Pela primeira vez publicado em português, esta obra certamente irá contribuir para as discussões acerca da questão.

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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Alexis De Tocqueville - Essays On Philosophical Subjects (Inglês)














This is Volume III of the new edition of the Works and Correspondence of Adam Smith undertaken by the University of Glasgow. It contains the Essays on Philosophical Subjects and Dugald Stewart’s ‘Account of the Life and Writings of Adam Smith’, together with Smith’s contributions to the Edinburgh Review and his Preface to William Hamilton’s Poems on Several Occasions. The range of subjects covered in this collection is too wide to be edited by any one scholar. The main task of dealing with the essays that are strictly on ‘philosophical subjects’ was entrusted to W. P. D. Wightman. The editors for the remaining pieces were chosen with an eye to their role in the preparation of other, related, volumes. John Bryce, the editor of the Lectures on Rhetoric, has therefore dealt with the essay on ‘English and Italian Verses’, the articles in the Edinburgh Review, and the Preface to Hamilton’s Poems, while Ian Ross, Smith’s biographer and (with E. C. Mossner) editor of the Correspondence, has looked after Stewart’s ‘Account’. It was also thought desirable to appoint general editors in order to ensure uniformity of practice and to relate the different parts of this volume to each other and to the edition as a whole. We have tried to do so by providing a General Introduction and a number of supplementary notes (enclosed within square brackets). For much of the information in these notes we are indebted to several scholars, including P. Michael Brown, John Bryce, Eric Forbes, A. Rupert Hall, and Donald Malcolm. We owe a special debt to the late Donald Allan, formerly Professor of Greek in the University of Glasgow, for his extensive and invaluable help in dealing with classical sources; many of the supplementary notes concerned with the ancient world have been supplied by him in their entirety.

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terça-feira, 15 de março de 2016

Alexis De Tocqueville - A Democracia Na América Livro I: Leis E Costumes














Da democracia na América (1835) é um texto clássico de autoria de Alexis de Tocqueville sobre os Estados Unidos da América dos anos 30 do século XIX, as suas virtudes e defeitos. Alexis De Tocqueville e Gustave de Beaumont, ambos aristocratas franceses, foram enviados pelo governo francês em 1831 para estudar o sistema prisional americano. Chegaram a Nova Iorque em Maio desse ano e passaram nove meses em viagem pelos Estados Unidos, tomando notas não só acerca das prisões, mas sobre todos os aspectos da sociedade norte americana, incluindo a sua economia e o seu sistema político, único no mundo. Após o retorno à França, em fevereiro de 1832, os dois autores enviaram seus relatórios penais ao governo; Beaumont escreveria ainda um romance sobre relações raciais nos Estados Unidos. Mas seria a obra de Tocqueville, que foi impressa inúmeras vezes no século XIX, que se tornou um clássico. A política americana fascinou-o e ele cativou o sentido de dedicação das pessoas comuns ao processo político. Ele chegou aos Estados Unidos quando Andrew Jackson era presidente e os partidos políticos estavam num processo de transformação profunda, deixando de ser pequenas organizações dominadas pelas elites locais e as suas comissões eleitorais para se tornarem corpos massivos, devotados a eleger funcionários para os níveis local, regional e nacional. Como ele notou com assombro: "Logo que colocamos os pés em solo americano, ficamos impressionados com uma espécie de tumulto... Até parece que o único prazer que o americano conhece é tomar parte do governo e discutir as suas medidas. Para dar apenas um exemplo deste entusiasmo, ouvi uma vez um discurso de um senador River, em Auburn, Nova Iorque, dirigindo-se à audiência durante três horas e meia! Após uma curta pausa, o senador Legarè, da Carolina do Sul, fez o seu discurso durante mais duas horas e meia!" A democracia na América é aclamada pela percepção do autor, mas também foi recentemente criticada por acadêmicos por suas lacunas. O aristocrata De Tocqueville haveria desprezado, ainda, alguns aspectos, incluindo a pobreza nas cidades e a escravatura. Mas o seu relatório da América Jacksoniana captura a energia da nova nação e, sobretudo, o quão intensamente as pessoas fizeram com que a democracia funcionasse.

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domingo, 21 de dezembro de 2014

Alexis De Tocqueville - O Antigo Regime E A Revolução














O livro de Alexis de Tocqueville é um estudo clássico sobre a Revolução Francesa. Escrito depois de A democracia na América, o autor analisa, a partir de uma análise histórica, como a Revolução Francesa nasceu do Antigo Regime. Como ressalta Jacob Peter Mayer no prefácio desta edição, a obra é única pois apesar da análise histórica não se trata de um estudo datado, é um livro de 'sociologia histórica comparada'.

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domingo, 21 de setembro de 2014

Alexis De Tocqueville - Da Democracia Na América Livro II: Sentimentos E Opiniões















Da democracia na América (1835) é um texto clássico de autoria de Alexis de Tocqueville sobre os Estados Unidos da América dos anos 30 do século XIX, as suas virtudes e defeitos. Alexis De Tocqueville e Gustave de Beaumont, ambos aristocratas franceses, foram enviados pelo governo francês em 1831 para estudar o sistema prisional americano. Chegaram a Nova Iorque em Maio desse ano e passaram nove meses em viagem pelos Estados Unidos, tomando notas não só acerca das prisões, mas sobre todos os aspectos da sociedade norte americana, incluindo a sua economia e o seu sistema político, único no mundo. Após o retorno à França, em fevereiro de 1832, os dois autores enviaram seus relatórios penais ao governo; Beaumont escreveria ainda um romance sobre relações raciais nos Estados Unidos. Mas seria a obra de Tocqueville, que foi impressa inúmeras vezes no século XIX, que se tornou um clássico. A política americana fascinou-o e ele cativou o sentido de dedicação das pessoas comuns ao processo político. Ele chegou aos Estados Unidos quando Andrew Jackson era presidente e os partidos políticos estavam num processo de transformação profunda, deixando de ser pequenas organizações dominadas pelas elites locais e as suas comissões eleitorais para se tornarem corpos massivos, devotados a eleger funcionários para os níveis local, regional e nacional. Como ele notou com assombro: "Logo que colocamos os pés em solo americano, ficamos impressionados com uma espécie de tumulto... Até parece que o único prazer que o americano conhece é tomar parte do governo e discutir as suas medidas. Para dar apenas um exemplo deste entusiasmo, ouvi uma vez um discurso de um senador River, em Auburn, Nova Iorque, dirigindo-se à audiência durante três horas e meia! Após uma curta pausa, o senador Legarè, da Carolina do Sul, fez o seu discurso durante mais duas horas e meia!" A democracia na América é aclamada pela percepção do autor, mas também foi recentemente criticada por acadêmicos por suas lacunas. O aristocrata De Tocqueville haveria desprezado, ainda, alguns aspectos, incluindo a pobreza nas cidades e a escravatura. Mas o seu relatório da América Jacksoniana captura a energia da nova nação e, sobretudo, o quão intensamente as pessoas fizeram com que a democracia funcionasse.

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Alexis De Tocqueville - Da Democracia Na América Livro I: Leis E Costumes















Da democracia na América (1835) é um texto clássico de autoria de Alexis de Tocqueville sobre os Estados Unidos da América dos anos 30 do século XIX, as suas virtudes e defeitos. Alexis De Tocqueville e Gustave de Beaumont, ambos aristocratas franceses, foram enviados pelo governo francês em 1831 para estudar o sistema prisional americano. Chegaram a Nova Iorque em Maio desse ano e passaram nove meses em viagem pelos Estados Unidos, tomando notas não só acerca das prisões, mas sobre todos os aspectos da sociedade norte americana, incluindo a sua economia e o seu sistema político, único no mundo. Após o retorno à França, em fevereiro de 1832, os dois autores enviaram seus relatórios penais ao governo; Beaumont escreveria ainda um romance sobre relações raciais nos Estados Unidos. Mas seria a obra de Tocqueville, que foi impressa inúmeras vezes no século XIX, que se tornou um clássico. A política americana fascinou-o e ele cativou o sentido de dedicação das pessoas comuns ao processo político. Ele chegou aos Estados Unidos quando Andrew Jackson era presidente e os partidos políticos estavam num processo de transformação profunda, deixando de ser pequenas organizações dominadas pelas elites locais e as suas comissões eleitorais para se tornarem corpos massivos, devotados a eleger funcionários para os níveis local, regional e nacional. Como ele notou com assombro: "Logo que colocamos os pés em solo americano, ficamos impressionados com uma espécie de tumulto... Até parece que o único prazer que o americano conhece é tomar parte do governo e discutir as suas medidas. Para dar apenas um exemplo deste entusiasmo, ouvi uma vez um discurso de um senador River, em Auburn, Nova Iorque, dirigindo-se à audiência durante três horas e meia! Após uma curta pausa, o senador Legarè, da Carolina do Sul, fez o seu discurso durante mais duas horas e meia!" A democracia na América é aclamada pela percepção do autor, mas também foi recentemente criticada por acadêmicos por suas lacunas. O aristocrata De Tocqueville haveria desprezado, ainda, alguns aspectos, incluindo a pobreza nas cidades e a escravatura. Mas o seu relatório da América Jacksoniana captura a energia da nova nação e, sobretudo, o quão intensamente as pessoas fizeram com que a democracia funcionasse.


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