Postagem em destaque

Estamos Em Uma "Casa" Nova

Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).

Mostrando postagens com marcador Mário De Andrade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mário De Andrade. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Mário De Andrade - O Melhor De Mário De Andrade: Contos & Crônicas














“Comigo sucedeu uma coisa engraçada, faz uns dois meses. Passei a limpo os contos de Belazarte, levei pro impressor, combinei preço, tudo, dei ordem pra se imprimir. Cheguei em casa, me bateu uma tal descoragem para publicar o livro agora! É estúpido a gente estar imaginando em literatura numa época destas em que nem se sabe o Brasil em que irá dar. Crise, inda por cima, e a gente criando “luxo”. Achei que era besteira publicar e no dia seguinte retirei os originais da tipografia. Tem momentos porém que me volta a vontade de publicar já a coisa.”Carta de Mário de Andrade a Manuel Bandeira (27 de dezembro de 1929)“No meio da minha literatura, sempre tão intencional, a crônica era um sueto, a válvula verdadeira por onde eu me desfatigava de mim. Também é certo que jamais lhe dei maior interesse que o momento breve em que, com ela, brincava de escrever.”Trecho da “Advertência” de Mário de Andrade em Os filhos da Candinha (24 de novembro de 1942) O melhor de  Mário De Andrade é a estreia da coleção que apresentará aos leitores o que consagrados nomes da literatura brasileira publicaram de mais instigante e significativo nos gêneros conto e crônica. Começamos bem com esse que é um dos nossos maiores escritores, o ícone do movimento modernista.Não é tarefa simples, em especial porque excelentes autores normalmente escrevem excelentes textos. Então, como extrair o melhor de tudo o que publicaram, aquilo que você, leitor, não pode deixar de ler e reler? O que, de fato, é imprescindível para a construção da “biblioteca particular” de cada um de nós? Recorremos a vários meios e, claro, levamos em conta o que a crítica e a história literárias já consolidaram como escritos de indiscutível qualidade e inigualável destaque, mas sabíamos de antemão que teríamos de deixar uma infinidade de bons textos de fora. Afinal, selecionar implica fazer escolhas. Nossa sorte é que não há como errar, quando o conjunto da obra é excepcional.As histórias aqui reunidas não nos deixam mentir. Mário de Andrade, o grande autor do nosso Modernismo, mais conhecido como o poeta que exaltou São Paulo em seus versos e por Macunaíma, o herói sem nenhum caráter, mostra nos textos desta coletânea seus “trezentos e cincoenta” vieses e uma habilidade toda especial em dar sabor às palavras.

Baixe o arquivo no formato epub aqui.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Mário De Andrade - Amar, Verbo Intransitivo














Escrito um ano antes de Macunaíma, este idílio – definição do autor – mostra o drama de Carlos, jovem burguês, e de Elza, professora de alemão e pretensa iniciadora do menino na vida sexual. A hipocrisia da sociedade paulistana do início do século serve de pano de fundo para esta história (de amor?).

Baixe o arquivo no formato PDF aqui, epub aqui e mobi aqui.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Eduardo Jardim - Eu Sou Trezentos: Mário De Andrade, Vida E Obra



Nos 70 anos da morte de Mário de Andrade, o grande poeta modernista é homenageado em um ensaio biográfico que articula sua vida e obra, mostrando a contribuição do escritor para a formulação de uma nova interpretação do Brasil. Fruto de uma vida de dedicação aos estudos do modernismo, Eu Sou Trezentos: Mário De Andrade, Vida E Obra examina a personalidade de um dos principais intelectuais do país a partir de seus poemas, contos, romances, ensaios, entre outras iniciativas do paulistano, nascido em 1893. O autor do clássico 'Macunaíma' e um dos principais expoentes do movimento modernista tem sua vida dividida em dois momentos na obra - antes e depois de 1937, quando Mário deixa o departamento de cultura de São Paulo e vai para o Rio de Janeiro, onde vive um momento de grande prostração. O autor dedicou-se às fontes documentais para ler cartas e inéditos, além de apresentar cerca de 50 imagens do acervo de Mário do Instituto de Estudos Brasileiros.

Baixe o arquivo no formato epub aqui.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Mário De Andrade - Pequena História Da Música













É bem sabida a paixão de Mário de Andrade pela Música. E como se dava por inteiro às coisas que amava, estudou-a até o fim de sua vida. Fala, com autoridade de quem entende do assunto, do gregoriano, da música atonal, dos clássicos, dos modernos, da música popular brasileira, fosse a folclórica, fosse a urbana. Esta Pequena História é para eruditos e curiosos. Pequena porque ele condensou, consciente, para efeitos didáticos. Mas imensa pela maioria dos conceitos emitidos (veja-se o resumo do espírito da obra de Beethoven, por exemplo) e por ser, afinal, uma obra daquele que foi a maior organização intelectual que o Brasil já possuiu.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui, epub aqui e mobi aqui.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Angela Mendonça & Outros (Orgs.) - Mário De Andrade: Brasis, Tupis E Carnavais
















Mário de Andrade: Brasis, tupis e carnavais é o título dos Anais eletrônicos do XII Encontro sobre o Ensino de Língua e Literatura promovido pelo Curso de Letras da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO) que apresenta 20 artigos originados a partir das pesquisas apresentadas durante o evento.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Mário De Andrade - Macunaíma














Como o próprio Mário declarou, ele teve muitas intenções ao escrever Macunaíma, tratando de diversos problemas brasileiros: a falta de definição de um caráter nacional, a cultura submissa e dividida do Brasil, o descaso para com as nossas tradições, a importação de modelos socioculturais e econômicos, a discriminação lingüística etc. Mas a principal preocupação de Mário de Andrade foi buscar uma identidade cultural brasileira. O Brasil na época (e também hoje) não tinha “competência” para desenvolver uma cultura autônoma e toma emprestado modelos europeus, que não se adaptam ao nosso clima quente. A nossa cultura, então, deveria ser distinta das outras e possuir, por outro lado, uma totalidade racial; deveria provir das raízes que aqui haviam, das culturas populares existentes nos recantos do país. O Brasil, como entidade cultural, seria construído pela mistura de todas essas culturas (orais) de cada região brasileira. É justamente o que o escritor faz em Macunaíma: compõe a sua rapsódia reunindo lendas, folclores, crendices, costumes, comidas, falares, bichos e plantas de todas as regiões, não se referindo a nenhuma delas, misturando inclusive as diversas manifestações culturais e religiosas, dando assim um aspecto de unidade nacional, que não condiz com a realidade dividida de nossa cultura.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.