O Brasil e Portugal possuem um patrimônio científico e técnico muito significativo, parte dele com origens comuns, e que importa preservar, quer como fonte para a história da ciência, quer para a comunicação da ciência a segmentos vastos do público. Apesar disso, ambos os países têm histórias atribuladas no que diz respeito ao seu enquadramento institucional e valorização. Tradicionalmente, as instituições que preservam o patrimônio científico – os museus de ciência e técnica, de acordo com a terminologia do Conselho Internacional dos Museus (ICOM) – têm tido, nestes dois países, existências efêmeras e de muito pouca visibilidade. São histórias de insucesso. Apenas muito recentemente se observa algum interesse continuado pela acessibilidade, estudo e preservação do patrimônio científico brasileiro e português.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Nenhum comentário:
Postar um comentário