Vestígios da agricultura
primitiva praticada em Pindorama, nome dado a parte do nosso território por
índios que aqui viviam, são encontrados em sítios arqueológicos em todo o País.
Tecnologias como a Terra Preta do Índio, comum na Amazônia Brasileira (de 3.000
A.E.C.), e o arado, criado em terras longínquas, mudaram civilizações. Ao longo
da história, o desenvolvimento de nações e povos tem sido associado, entre
outros fatores, à evolução da atividade agropecuária. A incorporação de
tecnologias e novas formas de organização permitiram, em alguns casos, mudanças
rápidas e de grande impacto, verdadeiras revoluções. As mudanças de hoje são impressionantes,
mas talvez seja a velocidade e a escala (microscópica ou submicroscópica) o que
chama a atenção de todos, da cidade e do campo, porque os avanços no setor agropecuário,
baseados em novos produtos, serviços e tecnologias, afetam a vida de cada um de
nós. Por isso, o diálogo entre a pesquisa agropecuária e a sociedade é tão importante
e, apesar da grande quantidade de informação disponível atualmente, é clara a
necessidade de embasar diversos setores interessados em ciência, tecnologia e
inovação aplicadas no setor.
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