O ambiente de casas simples, da ancestralidade representada por um
personagem de cabelos brancos vai destacando a relação batidas do
tambor–coração. Faz referência aos sons que saem do continente africano e
se espalham pelo planeta. Foca o instrumento guineense, mas, ambientado
em Minas, cidade do autor e do ilustrador. Um menino não negro é
integrado para duplicar o ressoar da mensagem revelada no final.
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