O Programa de Comunicação para Erradicação das Piores Formas de Trabalho
Infantil, executado pela ANDI – Agência de Notícias dos Direitos da
Infância em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT),
teve seu início em julho de 2004. A vertente da comunicação surgia como
um dos vetores de uma ampla estratégia de ação executada a partir do
Programa de Duração Determinada para Contribuir com a Eliminação das
Piores Formas de Trabalho Infantil, desenvolvido pela OIT no âmbito do
seu Programa Internacional pela Eliminação do Trabalho Infantil (IPEC). Durante 23 meses, o programa de comunicação coordenado pela ANDI
realizou um significativo esforço de capacitação junto a atores
envolvidos na prevenção e na eliminação das Piores Formas de Trabalho
Infantil e, ao mesmo tempo, buscou sensibilizar profissionais da
imprensa e qualificá-los para enfocar o tema de forma aprofundada. O
objetivo dessa abordagem era dar visibilidade às Piores Formas de
Trabalho Infantil, evocando o Estatuto da Criança e do Adolescente e a
Convenção nº 182 da OIT, norma internacional que trata especificamente
da proibição desse tipo de exploração e da ação imediata para sua
eliminação. Tendo a mídia como aliada, o debate junto à sociedade civil
passa a ganhar força, colocando o tema em destaque na pauta da agenda
pública. Como continuidade à publicação Piores Formas de Trabalho Infantil – Um
Guia para Jornalistas, o presente documento sistematiza as boas práticas
do programa de comunicação executado pela ANDI, permitindo que outras
instituições tomem conhecimento delas e possam, de forma autônoma,
agregar elementos da comunicação a seus planos de ação. Dessa maneira,
poderão garantir maior alcance às suas atividades e contribuir ainda
mais efetivamente com o movimento pela eliminação das Piores Formas de
Trabalho Infantil no país.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
Nenhum comentário:
Postar um comentário