“O homem da ação”, como é conhecido por biógrafos e parte dos historiadores do anarquismo, como George Woodcock, recebe este epíteto querendo demonstrar que Bakunin pouco escreveu ou refletiu sobre a sua realidade e a sociedade em que vivia, porém, essa de-nominação esbarra em uma realidade que a transforma em inverdade; a quantidade de tex-tos disponíveis no CD-ROM emitido pelo Instituto de História Social de Amsterdã, em 2000, mostra o quanto o autor de Estatismo e Anarquia, Federalismo, Socialismo e Anti-teologismo, Império Knuto-Germânico e a Revolução Social, e tantos outros, dedicou parte de sua vida para tais reflexões e “chega” aos seus 200 anos tendo ainda muito que nos falar.
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