Os anos 1960 foram um período essencial para a chamada “Contracultura”, lançando idéias e iniciativas que ainda hoje repercutem e inspiram pessoas e grupos descontentes com o status quo, com os valores centrais que estabeleciam e regiam a sociedade naquela década. Um dos principais grupos contraculturais foi formado por jovens holandeses que buscavam uma ruptura social interna por meio da subversão. Ao focar no desenvolvimento dos maquinários, da produção em massa, ao prisma dos movimentos contraculturais, a sociedade concordava em condescender à fabricação em alta escala em detrimento ao ser humano. Era o produto formatado para uma sociedade consumista. O advento da Revolução Industrial, para os teóricos da Contracultura européia, era um retardamento da sociedade e não um crescimento, uma evolução humanitária. Com esse pensamento, a Contracultura buscava, por meio de “choques”, “distúrbios internos” na sociedade, observar e resistir de modo pejorativo ao “desenvolvimento” e “lógica de mercado” capitalistas.
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