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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

João Do Rio - A Bela Madame Vargas














O estudo da obra de João de Rio se justifica pelo fato de a nossa história literária olvidar o período que compreende de 1900 a 1922, época esta se convencionou a chamar de pré-modernismo.  Na presente comunicação, intentamos levantar alguns aspectos acerca da vida social no Rio de Janeiro do início do século XX, por meio de um estudo da peça teatral A Bela Madame Vargas, de João do Rio. A partir da leitura dessa obra, pretendem-se assinalar os salões, os chás e os arranjos sociais como elementos estruturais da crítica social que é empreendida por João do Rio ao longo de suas obras. A par disso surgem os salões, essencialmente mundano, com grande pompa e luxo; outros mais modestos todos refletindo, porém, a influência européia, nessa perspectiva destaca-se A Bela Madame Vargas que trazia o requinte e emprestava às suas recepções. Se havia barões e condes de poucas letras, a grande maioria da nobreza era de homens cultos amigos das artes, das literaturas e da política, mas que viviam de aparências e mal se conheciam. Os salões se modelavam em esplendor pelo que havia de melhor na Europa. Madame Vargas abria os salões aos amigos em noitadas memoráveis. Esta sempre estava presente sendo este o estereótipo quase único que a consagraram e justificaram a fama.

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