Segundo livro de Jorge Amado, Cacau é narrado em primeira pessoa por um
lavrador, filho de industrial decaído, que trabalhara brevemente como
operário fabril. O pequeno romance é a saga de uma tomada de consciência
social e política. Atesta o clima de polarização ideológica da época em
que foi escrito e o entusiasmo revolucionário de seu jovem autor.
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