De que forma organizações populares, como a do Banco Comunitário, contribuem para a transformação “da vida privada e comunitária”, para a “formação de uma identidade de grupo e de classe e à articulação de ações coletivas e formativas”? Esta é a questão fundamental a que a autora procura responder no estudo sobre o Banco Comunitário União Sampaio e da Agência Popular Solano Trindade, localizados na periferia da zona sul da cidade de São Paulo, bairro Jardim Maria Sampaio, mais especificamente no interior da Associação de Mulheres do Campo Limpo e Adjacências, também conhecida como União Popular de Mulheres do Campo Limpo. Em outras palavras, a questão central que a autora coloca em sua análise é em que medida “ações empreendidas localmente podem emancipar os trabalhadores e empoderá-los em uma disputa por hegemonia?”.

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