A partir dos textos publicados nesta coletânea, é possível aquilatar o reconhecimento já existente em relação à natureza ontológica do pensamento de Marx, bem como de sua necessidade vital para o conhecimento adequado da realidade que nos cerca, além, é claro, para o devido enfrentamento de problemas que fazem parte da literatura, filosofia, como também das ciências humanas. Não resta dúvida, principalmente depois da publicação da obra tardia de Lukács – mas, não só –, que os escritos de Marx acompanham e são o resultado, por continuidade e descontinuidade, do mais consistente posicionamento ontológico que atravessa a história da filosofia. Nesse sentido, podemos afirmar, em primeiro lugar, sem nenhum tom de arrogância ou precipitação, que o estatuto e os lineamentos ontológicos da obra de Marx são ponto de chegada de um itinerário clássico, mais de duas vezes milenar.
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