Neste, que considerava o seu livro “mais pessoal”, Miguel de Unamuno
troca armas por uma visão do mundo e da vida (e do nosso lugar naquele e
nesta) que já era residual no seu tempo; por maioria de razão, apetece
gritar com ele, sem para quê nem porquê, no mundo ainda mais asfixiante
em que hoje vivemos, cem anos depois da sua Vida, quatrocentos anos
depois do D. Quixote.
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