Este texto tem tudo para ser uma tese "burguesa" sobre a questão do corpo. Em que sentido? Quando reivindica principalmente o primado da "leitura erótica", não absolutizando, mas tentando dar maior ênfase a este viés de leitura, diante da proliferação de interpretações sociais que o tema tem recebido. O autor não está preocupado com rótulos. E tem consciência de que não quer anular o discurso acentuadamente social da "leitura" do corpo que, principalmente a corrente chamada Teologia da Libertação tem elaborado, e com méritos.
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