Se pensarmos a utopia como um espaço em que todos poderemos viver numa
sociedade mais igualitária, desprovida de problemas ambientais e de
maneira harmoniosa, desfrutando do tempo livre e das relações sociais
fidedignas, sem interesses escusos e com privilégio do ser social em
detrimento do puro individualismo, então podemos entender a sociedade de
consumo como uma antiutopia contemporânea que alimenta cada vez mais
imaginários distópicos de um futuro tenebroso, sem cor e sem vida.
Pensar assim poderia ser considerado um ceticismo muito grande? Seria a
febre consumista um caminho sem volta para a humanidade? Regozijamo-nos
com os bens adquiridos e este universo seria, de fato, irreversível?
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