Bahia, século XVII. Um grupo de conspiradores assassina o alcaide-mor da
cidade, desencadeando uma série de perseguições que vão revelar a
arbitrariedade, a corrupção e a tirania que assolam a Colônia. Uma
cidade que ‘parecia ser a imagem do Paraíso’, torna-se um lugar ‘onde os
demônios aliciavam almas para povoar o Inferno’. A autora utiliza uma
mescla entre ficção e História, a fim de traçar um painel do Barroco
brasileiro, conduzindo o leitor pelos meandros da política, da
religiosidade e do verbo afiado de Gregório de Matos e do padre Vieira.

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