A humanidade, considerada na espécie, conserva mentalidade rotineira, atrasada, empírica, de todos os tempos, de todos os rebanhos. ainda mais: a civilização sufoc o instinto animal de defesa. A evolução é individual, e o conservantismo das massas é assegurado pela influência ancestral fossilizado no subconsciente coletivo e pel educação domesticada até o servilismo. Mas, se o rebanho humano é sempre o mesmo, faminto de pão e divertimentos, guerras e circos, política ou cinema, sedento de prazeres brutais e de gargalhadas sensuais, essa vaga imensa ondulando ao sabor de um Alexandre, Um Amilcar Barca, um Aníbal, um Xerxes, um César, Napoleão, Mussoline, Papa, Dempsey, Turnney, um Chico Bóia, um Rodolfo Valentino, - em compensação a ciência progrediu tanto que deu origem a fantástico desequilíbrio na vida social, posta imediatamente a serviço das perversidades inomináveis, de toda imbecilidade humana.
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