Agricultores brasileiros querem mostrar que o campo está cheio de
modernidade e inovação. Antes disso tentam se libertar de preconceitos
seculares cristalizados na cultura brasileira. “Pobre Jeca-Tatu! Como és bonito no romance e feio na realidade!”, escreveu Monteiro Lobato em Urupês,
seu livro de estreia. O personagem – que pinta uma imagem nada
abonadora da população cabocla que, então, habitava a zona rural dos
estados do Sudeste – fez tanto sucesso que o termo “jeca” se consagrou
com um verbete próprio nos melhores dicionários da língua onde consta
como um sinônimo pejorativo para caipira.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
Nenhum comentário:
Postar um comentário