Não
faríamos ideia daquela paz infinita, daquele ser no único sentido da
palavra, não ambicionaríamos de modo algum reunir a natureza conosco,
não pensaríamos e não agiríamos, não seria de modo algum um nadinha
(para nós), nós mesmos seríamos nada (para nós), se não existisse,
contudo, aquela união infinita, aquele ser no único sentido da palavra.
Ele existe – como beleza.
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