Tratar do mundo-da-vida (Lebenswelt) e da concretude existencial é, de
algum modo, continuar o caminho traçado pelo Pai da Fenomenologia,
Edmund Husserl (1859-1938) e de todos aqueles que se permitiram ser
influenciados com suas ideias. Husserl era apaixonado pela vida, pela
(des) coberta e pela verdade da maneira como ela se apresentava, não
duvidava, nem tampouco elaborava hipóteses, apenas se permitia ver
diretamente as coisas. E, a partir disso, refletia exaustivamente, sem
racionalismo, mas com um realismo fenomenológico rigoroso.
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