Não existe história sem memória. E não há memória sem preservação, organização e conhecimento das fontes. Foi esta moderna compreensão do papel das bibliotecas e dos bibliotecários que pautou, por mais de cinquenta anos, a fecunda atuação da bibliotecária, museóloga e pesquisadora Lygia da Fonseca Fernandes da Cunha – ou simplesmente Lygia Cunha, como todos a chamávamos. Dar à luz as informações, retirando-as dos invisíveis armazéns e das envelhecidas folhas de papel; evidenciar que memória e história são construções coletivas e que o passado e o futuro dos povos, como escreveu o sempre lembrado Jacques Le Goff, dependem do "ato mnemônico fundamental", isto é, da "comunicação a outrem de uma informação".
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