Os fundamentos de teoria do conhecimento de Agostinho aparecem em De Magistro
como um tratado pedagógico, na forma de colóquio pelo qual o pai
Aurélio Agostinho, aclara a seu filho Adeodato que, somente no mundo
divino poderia existir a perfeição do ser e a luz do verdadeiro
conhecimento. Último diálogo filosófico de Agostinho, redigido após a
morte prematura do filho, que então contava com dezesseis anos, mostra a
dependência recíproca da palavra e do pensamento, ao tratar da questão
da linguagem na comunicação entre os homens, contudo, conceitua
principalmente aspectos pedagógicos ligados a linguagem do pensamento
interior.
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