Em O Filho Eterno, Tezza expõe as dificuldades, inúmeras, e as
saborosas pequenas vitórias de criar um filho com síndrome de Down.
Aproveita as questões que aparecem pelo caminho nestes 26 anos de seu
filho Felipe para reordenar sua própria vida: a experimentação da vida
em comunidade quando adolescente, a vida como ilegal na Alemanha para
ganhar dinheiro, as dificuldades de escritor com trinta e poucos anos e
alguns livros na gaveta, a pretensa estabilidade com o cargo de
professor em universidade pública.

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