Gabriela, cravo e canela narra o caso de
amor entre o árabe Nacib e a sertaneja Gabriela e compõe uma crônica do
período áureo do cacau na região de Ilhéus. Além do quadro de costumes, o
livro descreve alterações profundas na vida social da Bahia dos anos
1920: a abertura do porto aos grandes navios leva à ascensão do
exportador carioca Mundinho Falcão e ao declínio dos coronéis, como
Ramiro Bastos. É Gabriela quem personifica as transformações de uma
sociedade patriarcal, arcaica e autoritária, convulsionada pelos sopros
de renovação cultural, política e econômica.
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