Neste livro de crônicas que tece a crítica e realiza a denúncia das
mazelas de um país real, qualquer relação direta com o Brasil da
República Velha (e, por que não dizer, de nossa República atual?) não é
mera coincidência. A ironia, vinculada à sátira contundente, se soma ao
caráter literário das crônicas de Lima Barreto e se constitui como
elemento articulador do tom de farsa que se desdobra nas linhas de Os
Bruzundangas. Cronista apaixonado pela cidade do Rio de Janeiro, é através da crônica
que o autor se instala ao lado do homem comum, retratando o seu
cotidiano no centro urbano e utilizando a cultura popular como elemento
fulcral em sua literatura.
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