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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Ana Carla Fonseca Reis & Peter Kageyama (Orgs.) - Cidades Criativas: Perspectivas
















A economia criativa é um dos setores mais dinâmicos e com maior potencial para geração de emprego e renda no século XXI. Dados de 2008 já mostravam que, no Brasil, o setor era responsável por 8% do PIB e em 2009 por 4,5% da mão de obra formalizada no país. O SEBRAE sabe desta importância e desenvolve atualmente 26 projetos de economia criativa em 16 estados brasileiros. O Brasil passa por um momento ímpar em sua história. A série de eventos que serão realizados aqui nos próximos anos, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, coloca o país em evidência no cenário mundial. Esse é o momento para mostrar ao mundo inteiro todo o potencial da economia criativa do nosso país. As cidades devem criar estratégias para atrair e reter profissionais ligados à área, como a criação de espaços urbanos propícios para a atividade. Setores como turismo, cultura, artesanato, design, gastronomia, serviços de arquitetura, produção de software, por exemplo, estão diretamente ligados à economia criativa, e todos eles com presença marcante das micro e pequenas empresas. Inovação, uma das características que compõem o conceito de economia criativa, é hoje fator decisivo para as micro e pequenas empresas conquistarem e manterem seu espaço no mercado que se torna cada vez mais competitivo. Quando falamos em inovação, estamos falando não apenas de investimentos em alta tecnologia, mas também em inovação de métodos e processos, o que não exige necessariamente altos investimentos.

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