O fenômeno de mobilização nas ruas visto em junho de 2013 foi um raio em
céu azul? De onde vieram as significações imaginárias de
horizontalidade e apartidarismo presentes naquelas mobilizações?
Partindo da rebeldia como categoria política, o autor discorre sobre o
fazer e o poder de uma juventude autonomista. Das gêneses e práticas do
chamado “movimento antiglobalização” – nas suas versões britânica e
paulista nas duas décadas anteriores – à constituição do Movimento Passe
Livre em Florianópolis e São Paulo, esse sujeito político é pesquisado e
compreendido antes da dimensão midiática e espetacular que ganhou em
2013. Mas qual é o sentido do poder e fazer desse sujeito político,
dessa juventude autonomista? A possibilidade da emergência de uma nova
geração de direitos sociais aparece como sentido histórico presente
nesse poder constituinte.
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