Nas malhas da letra está dividido em quatro partes, cada uma
representando questões sobre as quais o autor se detém. Na primeira, faz
uma análise da produção literária pós-64, levando em conta os autores
contemporâneos com quem convive a sua própria escrita ficcional e
poética. Na segunda parte, a preocupação é com os modernistas. O autor
exercita uma crítica que pressupõe uma tomada de posição consciente,
relevante e polêmica. Na terceira, retoma a questão das relações entre a
Europa e as Américas pelo viés do ensaio de Umberto Eco, Viagem pela
hiperrealidade, e pela crítica de uma forma de censura artística em país
tão democratizado quanto a Alemanha pós-hitleriana. E, por último,
recupera a preocupação teórica que se encontra disseminada nos seus
textos que tangenciam a literatura comparada. O objetivo é questionar a
metodologia de leitura, que se encontra em sua produção recente. Também
fazem parte do debate proposto na obra as relações de poder, as
grandezas e impasses surgidos com os ideais da Semana de Arte Moderna de
1922 e a interferência da mídia na produção e legitimação da
literatura.
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