Viva e atual, esta obra envolve e convoca o leitor a uma crítica e
autocrítica de sua situação humana. Huxley expõe e questiona
procedimentos do homem diante do esforço de dar uma ordem e um
significado a sua relação com o mundo. De acordo com o autor, chegar a uma compreensão abrangente e profunda
exigirá esforço. O homem deverá fortificar sua bagagem de conhecimento,
aguçar a sensibilidade, ter paciência para olhar e ter domínio sobre
desejos e vontades.
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Estamos Em Uma "Casa" Nova
Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).
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domingo, 6 de novembro de 2016
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Aldous Huxley - O Chapéu Mexicano
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Aldous Huxley - A Ilha

Neste seu último romance, datado do início dos anos 60, Aldous Huxley
volta a falar de uma sociedade idealizada, como fizera em Admirável
mundo novo, escrito três décadas antes, mas agora sob uma óptica mais
benevolente. Em vez de situar seus personagens em um futuro sombrio,
dominado pelo consumo e por sofisticados mecanismos de controle social, o
autor elegeu uma fictícia ilha como palco de uma civilização que
persegue serenamente a felicidade. Lá a utopia da existência plena é
possível, e esse é o grande tema da discussão proposta, aqui, por
Huxley.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
Aldous Huxley - A Filosofia Perene
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Entenda-se por filosofia, aqui, seu sentido original, de amizade pelo
saber. E por saber, o conhecimento existencial ou espiritual. Trata-se
então de identificar certo conhecimento espiritual universal, que
transcenderia épocas e culturas. Huxley busca uma base comum aos
múltiplos saberes religiosos e místicos, que seria o grande conhecimento
a ser alcançado pelo homem, e produz no processo esta verdadeira
antologia universal de tal saber. Com conhecimento enciclopédico,
abarca então o conjunto das culturas conhecidas e da história escrita.
Talvez não haja, apesar de tudo, a resposta única que Huxley buscava
para a grande crise da cultura ocidental de seu tempo. Mas com certeza
sua busca ainda tem muito a ensinar a uma cultura ocidental que, se
mudou muito desde então, manteve algo de fundamental: seu estado de
crise profunda. E a percepção profunda de que o mundo, afinal, é um só.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Aldous Huxley - Sem Olhos Em Gaza
Essa obra apresenta o desenvolvimento emocional e intelectual de Anthony
Beavis, cujos privilégios, os quais ele mesmo reconhece, permitiram-lhe
que dedicasse a vida ao pensamento e aos prazeres mundanos. Mas esse
egoísmo hedonista de que gozava transforma-se em pacifismo e empatia
depois do contato com Miller, médico e antropólogo que Anthony conheceu
no México, da mesma forma como foram impactantes em sua transformação as
tragédias e os remorsos com que teve de lidar durante a vida.
Construído de maneira não cronológica, o romance intercala cenas de
diversas fases da vida de Beavis a trechos de seu diário, em que ficam
registradas as mudanças de suas concepções filosóficas e políticas. A
forma fragmentada, descontínua, escolhida pelo autor deixa ainda mais
claro o peso que o passado tem sobre o presente. Essa estrutura também
evidencia as discrepâncias entre o idealizado e o vivido, entre o
escrito e o experimentado.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Aldous Huxley - Contos Escolhidos
Mestre da “narrativa de ideias”, Aldous Huxley retratou, com o rigor
ferino do humor britânico, a comicidade involuntária da tragédia de seus
personagens, atordoados na agitação desesperada dos “loucos anos 1920”.
Nesse período, Huxley publicou cinco livros de contos e novelas, seus
primeiros quatro romances, além de vários volumes de ensaios, críticas e
relatos de viagem. Três décadas e outra guerra depois, tendo trocada a
velha Inglaterra pelos Estados Unidos e abandonado a narrativa curta
para se dedicar aos experimentos filosóficos e aos romances, foi
convencido a reunir seus melhores contos em um único volume. O resultado
da escolha gerou o livro que o leitor tem em mãos, publicado pela
primeira vez em 1857. Os vinte e um contos valem por si, mas também reconhecemos neles a
semente daquilo que, nos romances posteriores, iria caracterizar o
típico narrador huxleyano: a crítica à afetação intelectual da elite
inglesa e a exposição do tédio e do vazio de uma vida desprovida de
sentido prático em tempos difíceis. A grandeza de Huxley, nesses breves
contos, está na denúncia ao mesmo tempo trágica e irônica da pequenez do
esnobismo elitista e vulgar de seus contemporâneos, e na firme
convicção de que a cultura deve sempre criticar a si mesma, se não
quiser ser reduzida a mera conversa de salão.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Aldous Huxley - Os Demônios De Loudun
Conhecido pelo futuro distópico que criou em ‘Admirável mundo novo’, o
inglês Aldous Huxley se debruça nesse ensaio potente, publicado em 1952,
sobre um caso real do passado: a suposta possessão de todo um convento
em meados do século xvii, no interior da França, por diferentes
demônios. A prioresa Jeanne des Anges foi quem primeiro sofreu com a
ação das criaturas infernais; não demorou para que as outras freiras
ursulinas entrassem em convulsões, torcessem os corpos e proferissem
blasfêmias. ‘Os demônios de Loudun’, que teve sua última edição no
Brasil em 1987, faz parte do projeto da Biblioteca Azul de reeditar a
obra de Huxley no país. Os espetáculos públicos de exorcismo liderados por padres da região
culminaram com a execução pública na fogueira do pároco local, Urban
Grandier ? um jovem devasso bastante apreciado pelas fiéis e odiado em
igual proporção pela população masculina de Loudun. As sessões de
exorcismo perduraram por algum tempo depois de sua morte, até que Jeanne
des Anges desejou se tornar santa ? e nessa condição viaja pela França e
é recebida inclusive pelo cardeal Richelieu, pela rainha Ana da Áustria
e pelo rei Luís XVIII. Munido de autobiografias dos envolvidos, de variados documentos
históricos sobre o caso e de estudos sobre transcendência, psicologia,
contexto sexual da época e temas afins, Huxley acompanha e comenta os
principais acontecimentos em torno de Jeanne des Anges, de Grandier e do
padre Surin, exorcista que cuida da prioresa e, pela relação próxima
que estabelece com ela, chega a ser possuído também. Em meio à
narrativa, reflete sobre o sentimento religioso e as teorias da alma
humana; não descarta o pensamento místico, mas o relaciona a contextos
históricos e à política. Acaba por envolver o caso em um sentimento de
época, bem caracterizado pela relação da Igreja com a repressão sexual.
Baixe o arquivo no formato epub aqui.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Aldous Huxley - Regresso Ao Admirável Mundo Novo
Em 1931, quando a Admirável
Mundo Novo estava para ser escrito, achava-me convencido de que restava ainda
muito tempo. A sociedade completamente organizada, o sistema científico das
castas, a abolição da vontade livre através de um condicionamento comedido, a
servidão que se tornara aceitável através de doses regulares de felicidade
artificialmente transmitidas, as ortodoxias propagadas em cursos noturnos ministrados
enquanto se dorme – estas coisas aproximavam-se tais eu as dizia, mas não
chegariam no meu tempo, nem mesmo no tempo dos meus netos. Esqueci a data exata
dos acontecimentos registrados no Admirável Mundo Novo; ocorreram, contudo. lá
pelos séculos VI ou VII d. F. (depois de Ford). Nós, que vivíamos na segunda
metade do século XX d. C., éramos os habitantes de um universo na realidade
horrível; porém, o pesadelo daqueles anos de depressão era totalmente diferente
do pesadelo do futuro, descrito no Admirável Mundo Novo.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Aldous Huxley - Admirável Mundo Novo
Admirável Mundo Novo é um livro escrito por Aldous Huxley e
publicado em 1932 que narra um hipotético futuro onde as pessoas são
pré-condicionadas biologicamente e condicionadas psicologicamente a
viverem em harmonia com as leis e regras sociais, dentro de uma
sociedade organizada por castas. A sociedade desse "futuro" criado por
Huxley não possui a ética religiosa e valores morais que regem a
sociedade atual. Qualquer dúvida e insegurança dos cidadãos era
dissipada com o consumo da droga sem efeitos colaterais aparentes
chamada "soma". As crianças têm educação sexual desde os mais tenros
anos da vida. O conceito de família também não existe.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Aldous Huxley - A Filosofia Perene
Em "A filosofia perene - uma interpretação dos grandes místicos do
Oriente e do Ocidente", o autor entende a filosofia em seu sentido
original, de amizade pelo saber. E por saber, o conhecimento existencial
ou espiritual. Neste livro, através de texto de diversas línguas e
religiões Huxley busca um substrato comum aos múltiplos saberes
religiosos e místicos, que seria o conhecimento a ser alcançado pelo
homem. Com conhecimento enciclopédico, abarca então o conjunto das
culturas conhecidas e da história escrita.
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