Postagem em destaque

Estamos Em Uma "Casa" Nova

Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).

Mostrando postagens com marcador Aurélio Buarque De Holanda Ferreira. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aurélio Buarque De Holanda Ferreira. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Aurélio Buarque De Holanda Ferreira & Paulo Rónai (Edits.) - Mar De Histórias Vol. VII: Fim De Século
















A seleção e a tradução dos contos desta antologia vêm sendo feitas há quarenta anos ininterruptamente, mas um tanto ao acaso das leituras dos compiladores. Havia, naturalmente, um plano inicial, mas que abrangia apenas umas três dúzias de espécimes; pois com o decorrer dos anos esse número chegou a três centenas. Só depois de escolhido e traduzido esse vasto acervo nos foi possível dar um balanço, estabelecer a ordem cronológica das peças e efetuar a divisão delas em volumes. Por isso, à proporção que os contos vêm formando os tomos sucessivos, surgem estes a nossos olhos, mais de uma vez, como surpresa: a fisionomia peculiar de cada um pode-se delinear de maneira um tanto inesperada. Foi o que se deu no caso deste volume. As narrativas nele incluídas resultam, na medida em que lhes podemos precisar a data de publicação, dum período muito restrito, os anos 1895-1900; e é curioso observar como o conjunto delas espelha a atmosfera e o espírito desse fim de século. Por esses anos, relativamente tranquilos, a ilusão do progresso ainda não demonstrara a sua fragilidade. Admitia-se, geralmente, que as descobertas da ciência estavam encaminhando a humanidade para a felicidade universal. Quem preveria, então, a sequela de guerras do século para vir, com o seu morticínio terrível, o holocausto de milhões de inocentes, os horrores do genocídio, o retorno à barbárie? Pois, como dissemos, o grupo de contos que a pesquisa e o acaso reuniram aqui confirma a impressão duma época farta e tranquila, contente consigo mesma e despreocupada do futuro; numa palavra, de um marasmo agradável. Nestas histórias, por assim dizer, não se entreveem problemas políticos ou sociais; preponderam os assuntos psicológicos, filosóficos e fantásticos. As formas principais são a anedota e o retrato. Mais de uma vez os temas são tomados por empréstimo ao folclore.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Aurélio Buarque De Holanda Ferreira & Paulo Rónai (Edits.) - Mar De Histórias Vol. VI: Caminhos Cruzados














Nos volumes anteriores sentimos certa facilidade em relacionar os contos de determinadas épocas a uma ou outra corrente, o que se refletia nos respectivos subtítulos. Porém, quanto mais nos aproximamos da nossa época, mais complexa se torna a operação: ao lado das tendências novas, sobrevivem as antigas, entretecendo-se, fundindo-se, muitas vezes dentro do mesmo indivíduo. Assim, o russo Gorki, reverenciado como uma das figuras de proa do realismo (como se vê na pungente novela “Vinte e seis e uma”), é, ao mesmo tempo, o romântico autor apaixonado da linda e brutal história de “O cã e seu filho”. Ou então, Selma Lagerlöf, a grande narradora sueca, compenetrada sempre da mesma inspiração espiritualista, apresenta-nos pequenos esquetes aldeões, como “Os dois irmãos”, e episódios místicos, como “O ninho das alvéloas”. Os ingleses Thomas Hardy e Rudyard Kipling, aliás tão diferentes, constroem seus relatos, de épico sabor, com peculiaridades regionais minuciosamente observadas e uma participação patética. Nos seus contos, Henry James leva a análise psicológica ao extremo. Em Conan Doyle identificamos com prazer a fonte original da caudalosa literatura policial de hoje. As páginas humorísticas dos franceses Courteline e Allais são, de certa maneira, precursoras da literatura do absurdo, enquanto colegas seus, o provençal Paul Arène, o londrino Jerome K. Jerome e o nosso Artur Azevedo, cultivam a anedota com modesto sorriso, e o espanhol Clarín envereda pelo caminho da literatura de antecipação satírica. O português Fialho de Almeida representa o regionalismo sentimental; o francês Léon Bloy maneja a variante cruel do conto. Todos esses contos ressaem por alguma qualidade especial. Representativos de seus autores, eles o são também das variantes do gênero, mas na fase em que elas confluem e se mesclam, aproveitando os achados do passado e abrindo perspectivas sobre o futuro.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

sábado, 13 de agosto de 2016

Aurélio Buarque De Holanda Ferreira & Paulo Rónai (Edits.) - Mar De Histórias Vol. V: O Realismo
















A obra completa da coleção Mar de Histórias, antologia do conto mundial é composta de 10 volumes independentes, contém nada menos que 239 contos escolhidos entre os melhores de 192 autores pertencentes a 41 literaturas. Foi empreendida há mais de quarenta anos por Aurélio Buarque de Holanda Ferreira e Paulo Rónai. O material está disposto por ordem cronológica da publicação dos contos. Cada um deles é precedido de uma introdução que o situa na obra de seu autor e na respectiva literatura. Notas abundantes facilitam a compreensão dos textos.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Aurélio Buarque De Holanda Ferreira & Paulo Rónai (Edits.) - Mar De Histórias Vol. III: O Romantismo
















O fato de ele trazer no seu frontispício a palavra romantismo não quer dizer que todas as obras nele incluídas sejam necessária e totalmente românticas; o termo apenas designa um período das letras ocidentais pelo nome da tendência dominante. Não há, porém, divisão estanque entre as correntes literárias. Assim como aqui já repontam composições em parte ou de todo realistas, simbólicas, fantasistas etc., no tomo seguinte hão de aparecer, ainda, peças de indisfarçável romantismo, sobretudo de regiões periféricas em relação aos grandes centros de cultura da época.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

Aurélio Buarque De Holanda Ferreira & Paulo Rónai (Edits.) - Mar De Histórias Vol. IV: Do Romantismo Ao Realismo














Neste livro, nada menos do que 12 países são alcançados, muitos deles pela primeira vez. Na Europa, revelam-se como produtores de contos a Suíça alemã, a Noruega, a Holanda e a Tcheco-Eslováquia.1 Conquanto nem todos possuidores de costa marítima, são todos atingidos por essa corrente de imaginação brotada do fundo dos tempos. Recolhemos histórias oriundas de grandes áreas culturais, como a França, a Itália, a Espanha, a Alemanha, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, até a América do Sul; mais precisamente, o Brasil e, a título de exemplo, o Equador. Os contos deste livro vão de 1845 a 1885, período em que o romantismo é substituído pelo realismo em seus países de origem e atinge pleno desenvolvimento de suas variantes nos demais. Difícil traçar linhas demarcatórias. Em um mesmo contista podem coexistir as tendências romântica e realista, como se vê nos dois contos do tcheco Jan Neruda. Por outro lado, para aquilatar as diferenças possíveis entre os representantes da escola realista, basta comparar Flaubert, Daudet e Maupassant, tão diversos, embora compatriotas e contemporâneos.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Aurélio Buarque De Holanda Ferreira & Paulo Rónai (Edits.) - Mar De Histórias Vol. II: Do Fim Da Idade Média Ao Romantismo














No volume I desta obra os leitores assistiram à longa sucessão e à transformação dos gêneros que podem ser considerados formas embrionárias do conto. Mesmo após a idade média, a evolução da fórmula foi vagarosa: por mais de três séculos, ou quase, ela se processou nos moldes que lhe imprimiram os narradores italianos, especialmente Boccaccio. Seus conterrâneos e sucessores — Agnolo Firenzuola, Nicolò Machiavelli e Matteo Bandello —, assim como os franceses Marguerite d’Angoulême, Bonaventure des Periers e até Charles Sorel, cultivam o mesmo padrão. Até meados do século XVIII são gerais as feições do conto europeu — predominância do enredo, tom licencioso, desfecho surpreendente —, sendo mal perceptíveis as diferenças nacionais e individuais. Aparece originalidade nalgumas, poucas, personalidades excepcionais refratárias à imitação, tais como um Cervantes ou um Quevedo. Perdura a grande tradição dos contadores de histórias da Ásia, porém muitas vezes as coletâneas repisam lendas que vêm de longe. Em todo caso, as amostras de O livro do papagaio e das histórias de Pu-Sung-Ling são dignas de figurar entre os mais curiosos ou mais finos espécimes da prosa.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Aurélio Buarque De Holanda Ferreira & Paulo Rónai (Edits.) - Mar De Histórias Vol. I: Das Origens Ao Fim Da Idade Média














A obra completa da coleção Mar de Histórias, antologia do conto mundial é composta de 10 volumes independentes, contém nada menos que 239 contos escolhidos entre os melhores de 192 autores pertencentes a 41 literaturas. Foi empreendida há mais de quarenta anos por Aurélio Buarque de Holanda Ferreira e Paulo Rónai. O material está disposto por ordem cronológica da publicação dos contos. Cada um deles é precedido de uma introdução que o situa na obra de seu autor e na respectiva literatura. Notas abundantes facilitam a compreensão dos textos.

Baixe o arquivo no formato PDF aqui.