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sábado, 16 de julho de 2016

Joaquim Nabuco - O Abolicionismo














Escrito e editado na Inglaterra em 1883, O Abolicionismo é a mais requintada peça retórica da propaganda antiescravagista brasileira. Visava, em um momento em que Nabuco estava afastado do Legislativo e do país, a persuadir seus contemporâneos acerca da importância política, estratégica e humanista do Brasil em abolir a escravidão. Para além de simples peça retórica ou de propaganda, o livro ainda é um importante estudo histórico e sociológico da escravidão no país, sendo considerado obra fundadora e “formadora” dos estudos do Brasil moderno. A prosa de Nabuco versificada e entoada nos traz ainda a nostalgia do escravo misturado a um dos mais lúcidos pensamentos críticos do Brasil moderno.

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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Joaquim Nabuco - Minha Formação














Um clássico da memorialística brasileira, Minha formação foi publicado em livro em 1900. É um testemunho franco das ideias que moldaram o pensamento de Joaquim Nabuco e orientaram sua atuação na vida brasileira, em suas dimensões políticas, culturais e mesmo existenciais. Minha formação deu a Nabuco um lugar privilegiado no cânone cultural brasileiro e se tornou referência indispensável a todo estudo que se queira fazer do pensamento político-social brasileiro.

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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Joaquim Nabuco - A Escravidão














A Escravidão começou a ser escrita por Joaquim Nabuco em 1869, com então vinte anos de idade incompletos, e não chegou a ser finalizado, pois, segundo o autor, ele seria dividido em três partes (O Crime, A História do Crime e A Reparação do Crime), mas só as duas primeiras chegaram a ser escritas. Somente em 1924, sua viúva, D. Evelina Nabuco, doou o manuscrito da obra ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e só então foi publicado, de julho a setembro de 1949, na Revista daquela Instituição. Nesse livro, Nabuco escreve sobre a degradação da escravidão causada na sociedade e na família, sobretudo do ponto de vista ético. Estuda a escravidão sob o ponto de vista do Velho e do Novo Testamento, bem como sob a Doutrina Cristã. Considera a escravidão um crime contra a humanidade, sendo ilegal até perante o chamado "direito de propriedade".

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sábado, 27 de junho de 2015

Joaquim Nabuco - O Abolicionismo














O Abolicionismo dá início a um projeto da Editora UnB de reedição de obras já conhecidas e outras inéditas de Joaquim Nabuco. Por que principiar a publicação de escritos deste autor por este livro? Quais traços personalizam esta edição? A escolha se justifica por ter sido este o texto que destacou o autor e conferiu originalidade ao seu desempenho na primeira fase de sua carreira, dessa forma dando início à periodização mais divulgada da história do movimento abolicionista no Brasil. Registrou-se, assim, na memória a imagem política definitiva de seu autor, aquela que o identifica como o mais atuante e “radical” abolicionista brasileiro, por ter sido um insistente defensor da supressão do cativeiro no Império, sem qualquer indenização pecuniária por parte do Estado para os proprietários de escravos. A edição ora lançada se singulariza basicamente por dois traços. Por um lado, mantém integralmente as características formais da primeira versão que circulou em 1883, quando o livro foi impresso na Inglaterra e de lá enviado para o Brasil: a sequência das páginas iniciais, o prefácio integral, bem como a ortografia da época.

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sábado, 18 de outubro de 2014

Joaquim Nabuco - Obras Completas De Joaquim Nabuco Vol. 2














O presente volume, reprodução de uma série de artigos publicados de janeiro a março deste ano no Jornal do Comércio sobre o livro recente de don Júlio Banados Espinosa Balmaceda, su Gobierno y Ia Revolución de 1891, não é um estudo crítico, é propriamente um resumo dessa obra, concluindo, todavia, pela tese contrária. Faltava-me competência em assuntos chilenos para repelir ou alterar as premissas, históricas e políticas, assentadas pelo defensor de Balmaceda; era, porém, uma questão de interpretação tirar delas uma conseqüência inteiramente oposta.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Joaquim Nabuco - A Desejada Fé















A Desejada Fé (Foi Voulue, no original, que foi escrito em francês) é o livro de um homem maduro. Joaquim Nabuco já passara dos 40 anos quando o redigiu em Petrópolis, de 1892 a 1893. É a história de uma volta à religião. Poderia ter sido, em parte, fruto do isolamento moral a que ele fora reduzido com o advento da República. Mas, como diz o próprio Nabuco, “o traço todo da vida é para muitos um desenho da criança esquecido pelo homem, mas ao qual ele terá sempre que se cingir sem o saber”. O sentimento religioso, em Nabuco, vem de muito longe, e nunca será desmentido ao longo de 60 anos de vida tão fecunda quanto cheia de peripécias.

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