Como o próprio Borges declarou no epílogo de O fazedor, trata-se de seu
livro mais pessoal, porque cada peça que o compõe nasceu de uma
verdadeira necessidade interior. E, de fato, há vários textos e poemas
em que o homem Borges se faz presente, como quando fala de sua cegueira,
em O fazedor e no “Poema dos dons”. Por outro lado, o livro é uma
espécie de miscelânea de contos, ensaios e poemas líricos. Quando foi
publicado em 1960, o traçado aparentemente aleatório de seus passos dava
a exata imagem do autor, que sempre apreciou os livros que podem ser
abertos em qualquer página sem causar decepção. Esses textos curtos, de
grande complexidade e força imaginativa, admiravelmente bem escritos em
sua concisão, foram incluídos pelo crítico Harold Bloom em seu cânone da
literatura ocidental.
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Convidamos todos os nossos visitantes a conhecerem a nova Biblioteca Virtual Livr'Andante ( www.livrandante.com.br ).
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quinta-feira, 15 de setembro de 2016
sábado, 30 de abril de 2016
Jorge Luis Borges - O Aleph
Coletânea de contos do mais radical transformador da literatura em
língua espanhola do século XX, que aqui reformula todo um gênero
literário (o fantástico) e dilui as fronteiras entre crítica e criação,
filosofia e literatura, história e ficção.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Jorge Luis Borges - Ficciones (Espanhol)
La crítica especializada lo ha aclamado como uno de los libros que
ayudaron a definir el rumbo de la literatura universal del Siglo XX.
Asimismo, su publicación en 1944 colocó a Borges en un primer plano de
la literatura universal. Fue incluida en la lista de las 100 mejores
novelas en español del siglo XX del periódico español «El Mundo», así
como también en la lista de los 100 libros del siglo XX del diario
francés Le Monde y en los 100 mejores libros de todos los tiempos del
Club de libros de Noruega. El libro se divide en dos secciones llamadas El jardín de senderos
que se bifurcan y Artificios. A pesar de ello no difieren en estilo; la
única diferencia notable reside en las fechas en que aparecieron los
textos y en que la segunda sección es ligeramente más breve que la
primera. La división del libro en dos se debe a que la primera parte
había sido publicada originalmente tres años antes, en 1941, como un
libro individual. A la serie de cuentos que constituían el libro El jardín de senderos
que se bifurcan Borges agregó seis más, agrupados bajo el título general
de Artificios, para diferenciarlos de algún modo de los cuentos de
aquel y las dos partes, entonces, tomaron el nombre de Ficciones.
Baixe o arquivo no formato PDF aqui.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Jorge Luis Borges - O Outro, O Mesmo
A imagem do rio inesgotável que passa e permanece, refletindo um
"Heráclito inconstante", sempre outro e o mesmo, está talvez na raiz
desta coletânea. Os motivos do duplo, do tempo e da alteridade são
constantes do fluxo intermitente e simbólico em que se transformou a
emoção poética para Borges ao longo dos anos - a qual desapareceu para
ressurgir em seguida -, reafirmando a vocação do escritor que se
considerava sobretudo um poeta. O título serviu-lhe primeiro para designar uma seção da Obra poética,
republicada com muitos acréscimos em 1964, depois de longo silêncio,
quando de fato a poesia parecia ter se esgotado. Mas logo se viu que
não, e a expressão passou a designar quase toda a produção lírica de
meados de sua vida, revelando em plena forma a maturidade de um poeta
que fora um dos fundadores da tradição moderna da poesia
hispano-americana, desde os tempos da vanguarda ultraísta do início do
século XX. O leitor terá a surpresa e o prazer de compartilhar a emoção contida de
breves composições limadas com todo o esmero - "O instante", "Espinosa",
"Everness", "Sarmiento" - e também a de grandes e complexos poemas como
"Limites", "O Golem", "Poema conjectural", e sentirá a habilidade de
Borges em nos mergulhar no vasto e infindável rio de tempo, memória e
esquecimento, de que é feita nossa curta existência e a mais perdurável
matéria da poesia.
domingo, 12 de julho de 2015
Paul Strathern - Borges Em 90 Minutos
Jorge Luis Borges é considerado o maior escritor argentino do século XX.
Entrelaçando ficção e fatos reais, material fantástico e personagens
históricos, Borges concentrou-se em temas universais, o que lhe garantiu
reconhecimento mundial. Enquanto sua visão se deteriorava — o escritor
morreu totalmente cego —, suas estranhas e exóticas narrativas
tornaram-se cada vez mais vívidas. Autor de clássicos com O Aleph, sua
obra é tanto atemporal quanto emocionante, produto de um grande
sofrimento e de uma incorrigível inocência.
Baixe o arquivo no formato PDF e epub aqui.
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Jorge Luis Borges - Os Conjurados
Em sua última coletânea de poemas, o último sábio sobre a Terra
continua fiel a suas pátrias – Sheakspeare, a névoa da cegueira,
espadas, reflexos, labirintos, espelhos, Genebra. Mas o habitante
principal desses versos tecidos na penumbra é sem dúvida a morte, também
um dos temas básicos da sua entrevista publicada na edição anterior de
Status. “Devemos entrar na morte como quem entra em uma festa”, diz Don
Jorge. Ele a celebra com poemas. Esta tradução procurou, na medida do
possível, não atraiçoá-lo. Em alguns casos, como nas sutilíssimas
milongas, os leitores podem e devem deixar-se levar em busca de outras
soluções. De qualquer maneira, traduzir Borges foi – e é – uma artimanha
da libido.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Jorge Luis Borges - Fervor De Buenos Aires
Primeiros poemas publicados de Borges, em 1923, revistos, (e revistos, e revistos, e revistos, deixando louco o editor) para esta reedição, de 1969. ”Naquele tempo, procurava os entardeceres, os arrabaldes e a desdita; agora, as manhãs, o centro e a serenidade”, escreve o mestre no prólogo.
Baixe o arquivo no formato epub aqui.
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