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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Luís Nogueira - Manuais De Cinema III: Planificação E Montagem














A planificação e a montagem são duas diligências fundamentais daquilo que se poderá chamar linguagem cinematográfica. E a découpage e o storyboard são ferramentas muito úteis para operar a este nível. No entanto, devemos afirmar que é perfeitamente viável (e muitas vezes imprescindível) recusar ou negar estas diligências e ferramentas. Em muitas circunstâncias é contra as normas e os procedimentos que se consegue ser criativo. Contudo, não conhecer as ferramentas nem os procedimentos à nossa disposição poderá ser mais do que negligência… e extremamente nefasto. Só quem domina as convenções está em condições de as recusar.

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Luís Nogueira - Manuais De Cinema IV: Os Cineastas E A Sua Arte














Neste livro, que deve servir de base a uma unidade curricular universitária designada Teoria dos Cineastas, procuramos coligir alguns dos ensinamentos de vários cineastas fundamentais da história do cinema e reflectir de modo breve acerca dos mesmos. Procurámos aqueles autores cujo pensamento está, por iniciativa própria ou não, registado ou sistematizado em livro. Para uma futura ocasião deixamos a recolha de pensamentos expostos através de outros meios. Para já, julgamos que se poderá encontrar enorme proveito em conhecer as ideias dos realizadores sobre a sua arte.

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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Luís Nogueira - Cinema E Digital: Ensaios, Especulações, Expectativas














O presente livro reúne seis textos escritos sob diversos pretextos, assumindo várias formas e manifestando distintos propósitos. Em comum encontramos a relação entre o cinema e as tecnologias digitais que tem marcado os últimos anos da sétima arte. Não se procurou ir de encontro aos cânones e hierarquias estabelecidos na produção e na criação cinematográfica, mas antes olhar obras e métodos que usualmente não são eleitos na academia como objetos de estudo relevantes. Assim, encontramos aqui reflexões que discutem o cinema para lá das obras de sucesso público ou aclamação crítica, de euforia mediática ou devoção cinéfila. Tivemos em especial atenção a proliferação do do-it-yourself, as implicações estéticas do Youtube, as virtudes hermenêuticas do making-of, as mutações do cinema de animação, as imbricações entre a tecnologia e as imagens e a propensão do cinema para figurar os seus futuros prováveis.

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Luís Nogueira - Cinema Múltiplo: Figuras, Temas, Estilos, Dispositivos














São aqui reunidos dez textos escritos com pretextos e propósitos muito diversos, sob formas e abordagens variadas. Daí a ideia de multiplicidade presente no título, a qual se reflete nas diferentes figuras, temas, estilos e dispositivos que são tratados. Das formas geométricas do cinema absoluto à mitologia dos super-heróis, dos rostos de Persona à starchild de 2001 – A Space Odyssey, dos exageros do gore às alucinações de Videodrome, da autoreflexividade em Fight Club à violência do gore, da ficção científica à filosofia, da adaptação ao experimentalismo, do documental ao hierático, do abstrato ao autoral, do fake ao blockbuster, do cinematógrafo ao digital, do interface ao desenho, da televisão ao holograma, de Bergman a Greenaway, de Kubrick a Cronenberg, são múltiplos os trajetos e vínculos que se podem efetuar nestes textos.

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Luís Nogueira - Manuais De Cinema V: Histórias Do Cinema














Estas Histórias do Cinema não seguem um modelo absolutamente ortodoxo, procurando antes insinuar pontos de contacto entre matérias. Ocupámo-nos das origens do cinema, como é obrigatório, mas também dos desafios, das técnicas e das artes de que se socorre, das linguagens e do que os autores fazem com estas, dos sistemas que o organizam e dos públicos que a ele se dirigem, dos géneros em que se enforma ou dos movimentos que o mudam, das histórias que conta ou dos temas a que atende. Não é um livro que obrigue a uma consulta sequencial nem fragmentada, mas serve ambas as opções. Não relata a história do cinema, mas trata de histórias do cinema. Cada leitor encontrará o seu modo de adesão a esta obra.

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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Luís Nogueira - Manuais de Cinema II: Géneros Cinematográficos














Os géneros cinematográficos são um campo amplo e diverso. O nosso propósito, aqui, não é, nem poderia ser, analisar e explicar os géneros cinematográficos em toda a sua vastidão e profundidade. Ainda assim, queremos propor vias de estudo suficientemente válidas ou inovadoras sobre este tema.Eis algumas das questões a que tentamos responder: o que é um género? O que é um canône? Quais os critérios de identificação de um género? Como se caracterizam os géneros clássicos? E o Cinema de Animação? E o Cinema Experimental?

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Luís Nogueira - Manuais de Cinema I: Laboratório De Guionismo














A faculdade e a competência narrativas são ancestrais e universais. Em todos os tempos e em todos os lugares o ser humano contou e conta histórias. A narrativa, fictícia ou factual, é uma das formas fundamentais de atribuição de sentido à existência. Daí o seu apelo imediato e o seu sucesso popular.No guionismo não existe uma fórmula ou um método únicos. Ainda assim, a aquisição de competências na escrita de guiões, tendo em atenção as suas especificidades formais e estilísticas, pode ser um factor de incremento tanto da criatividade como da disciplina narrativas – sendo que uma e outra se complementam e condicionam.

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Luís Nogueira - Narrativas Fílmicas E Videojogos














Contrapondo jogos e narrativas, procurámos compreender as características específicas de cada um destes sistemas textuais: o desafio e o relato, a emergência e a tangibilidade, a intervenção e a contemplação, a interpelação e a transparência, entre outras. Dividido em quatro grandes áreas de análise – acções, textos, tecnologias e procedimentos – procura-se neste livro identificar aspectos decisivos e específicos não só das narrativas fílmicas e dos videojogos, mas também, de forma mais abrangente, averiguar os princípios fundamentais da ludicidade e da narratividade.

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Luís Nogueira - Violência E Cinema: Monstros, Soberanos, Ícones E Medo
















Não apenas no cinema, não apenas na televisão, mas como um fundo sígnico e cerne temático, a violência atravessa todas as formas de expressão, identifica inúmeros ethos e revolve incontáveis pathos, imiscui-se em vastas visões do mundo e inquieta, de uma ou outra forma, todas as almas receptoras. Há uma tradição de intimidade entre as filosofias da acção e as práticas artísticas, entre o acontecimento e a sua mediação estética ou jornalística. A arte especula sobre o mundo, o agir e o devir, representa-os, apresenta-os, reflecte-os, condiciona-os. Nesse processo bidireccional (poderíamos dizer dialéctico, uma dialéctica entre factos e narrativas que parece nunca encontrar termo ou clausura), a violência não é factor de importância menor; pelo contrário, é paradoxo, questão, quase imposição e tentação.

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