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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Eugênio Bucci & Maria Rita Kehl - Videologias: Ensaios Sobre Televisão














Em Videologias, Bucci e Kehl desenvolvem um complexo argumento que articula teoria social marxista (Marx e alguns frankfurtianos, entre outros) e psicanálise (Freud e Lacan, sobretudo), tendo como referência básica as "Mitologias" de Roland Barthes e a noção de  "espetáculo"introduzida por Guy Debord. Nessa imbricada teia, a televisão aparece como a produtora suprema do imaginário mitológico nas culturas contemporâneas, lugar privilegiado da "videologia, um "trocadilho em aberto, cujo significado se consuma quando contraposto ao significado das mitologias barthianas ou ao significado do termo ideologia" Numa clave aparentemente estruturalista, os autores afirmam que, na modernidade, a televisão tem o poder da influência "porque é o elo que industrializa a confecção do mito e o recoloca na comunidade falante" Ela (a TV) "não manda ninguém fazer o que faz"; apenas (...) "autoriza e legitima práticas de linguagem que se tornam confortáveis e indiscutíveis para a sociedade, pelo efeito da enorme circulação e da constante repetição que ela promove" E acrescentam: "A TV sintetiza o mito".

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domingo, 20 de março de 2016

Laymert Garcia Dos Santos, Maria Rita Kehl, Bernardo Kucinski & Walter Pinheiro - Revolução Tecnologica, Internet E Socialismo














A internet e as novas tecnologias podem ser aliadas do socialismo? Elas podem servir como instrumentos de socialização ou aumentam cada vez mais a desigualdade social e a exclusão digital? A questão do controle da tecnologia e de como este processo afeta a vida da população, sobretudo nos países periféricos, é a principal discussão deste livro.

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