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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Roland Barthes - O Prazer Do Texto














Em um escrito caleidoscópico, quase um bloco de anotações, Roland Barthes busca aqui a análise do prazer sensual do texto, tanto por parte de quem escreve - sem medo de expor seu desejo, sob pena de cair na tagarelice - quanto de quem lê (normalmente situado como objeto, ser passivo e sem defesas frente ao texto, e que aqui é revelado em sua plenitude criativa da fruição). Descartando a frigidez do texto empolado e político, evocando ao fio dos argumentos tanto Proust, Flaubert, Stendhal como Sade e Bataille, ou ainda Lacan e Freud, 'O Prazer do Texto' apresenta, de forma profunda e lúdica, - costumeiro prazer dos leitores de Barthes - um tema fundamental em semiologia e literatura.

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terça-feira, 2 de agosto de 2016

Roland Barthes - Aula














Este volume recolhe o texto da aula inaugural da cadeira de Semiologia Literária lido por Roland Barthes no Colégio de França em 1977. A despeito de sua extensão, trata-se de um dos textos mais intensos e mais radicais do autor. Numa linguagem por sob cuja polidez acadêmica sente-se, constante e latente, uma nota de velada ironia, Barthes denuncia na sua aula inaugural a astuciosa pluralidade do poder, cujo discurso da arrogância não é assumido apenas pelos porta-vozes do Sistema, mas se inscreve, protéico e inerradicável, no próprio mecanismo da linguagem. Como "a língua implica uma relação fatal de alienação" na medida em que impõe coerções iniludíveis ao falante, Barthes não hesita em chamá-la de fascista, já que "fascismo não é impedir de dizer, é obrigar a dizer". Para ele, só a literatura pode fazer "ouvir a língua fora do poder", por ser o lugar de eleição "das forças de liberdade", quando mais não fosse pelo exercício daquela "função utópica" que ela sempre escolheu exercer.

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terça-feira, 22 de março de 2016

Roland Barthes - A Câmara Clara: Nota Sobre A Fotografia














Obra derradeira do espírito criador de Roland Barthes, A Câmara Clara é uma reflexão sobre a imagem fotográfica - expressa, aliás, no próprio subtítulo, 'nota sobre a fotografia'; mas é, também, uma apaixonada e dramática meditação sobre a vida e a morte.

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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Roland Barthes - Mitologias














Tendo como base uma série de textos escritos sobre assuntos do cotidiano, visando sobretudo a realizar, por um lado, uma crítica ideológica da linguagem da cultura dita de massa e, por outro, uma primeira desmontagem semiológica dessa linguagem , o autor Roland Barthes busca desmistificar os mitos em que se vêm constituindo inúmeros aspectos de uma realidade constantemente mascarada pela imprensa, pelo cinema, pela arte e pelos demais veículos de comunicação, sempre a serviço de interesses ideológicos.

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domingo, 1 de março de 2015

Roland Barthes - O Último Escritor Feliz














O que temos em comum, hoje em dia, com Voltaire? De um ponto de vista moderno, sua filosofia está fora de moda. É possível acreditar na estabilidade das essências e na desordem da história, mas não do mesmo modo que Voltaire. Em todo caso, os ateus não se jogam mais ao pés dos deístas, que aliás nem existem mais. A dialética matou o maniqueísmo e raramente falamos sobre a Providência. Quanto aos inimigos de Voltaire, desapareceram ou se transformaram: não há mais os jansenistas, os socinianos; os leibnizinianos; os jesuítas não se chamam mais Nonotte ou Patouillet.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Roland Barthes - Crítica E Verdade














O nome Roland Barthes esteve no centro do debate contemporâneo de idéias no campo da filosofia, das artes, e sobretudo da literatura. Neste volume, com sua moderna crítica de base semiológica e estrutural, o autor toma a linguagem, em toda a sua riqueza expressiva, como um elemento fundante do fenômeno literário.

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