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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Sófocles - Édipo Rei














Édipo Rei é a obra mais proeminente entre aquelas que compõem o “ciclo tebano”, conjunto de poemas que narra os episódios mitológicos ligados à cidade de Tebas. No século XX, Édipo entrou no nosso vocabulário e pensamento coletivo a partir da apropriação que dele foi feita por Freud, o pai da psicanálise. Na história de Édipo, o herói trágico que matou o pai e casou com a própria mãe, Freud viu uma característica comum a todas as crianças do sexo masculino, que se traduz na manifestação de amor pela mãe e ciúme em relação ao pai. Embora Édipo tenha o seu equivalente feminino, descrito também por Sófocles na tragédia de Electra, é o “complexo de Édipo” que sobrevive até hoje como uma importante descoberta. O nascimento de Édipo foi assombrado por uma terrível profecia: haveria de matar o pai e desposar a mãe. Para evitar tal tragédia, o recém-nascido foi abandonado no monte Citerão, entre Tebas e Corinto. Encontrado por um pastor, foi adotado pelo rei de Corinto. Já adulto, Édipo, que agora governava a cidade do seu pai adotivo, consulta um oráculo e descobre que está destinado a matar o pai e casar com a mãe. Ao tentar evitar os acontecimentos traçados pelos deuses, Édipo chega a Tebas, onde as suas ações levam ao cumprimento da profecia. O conflito entre destino e livre arbítrio, a determinação de Édipo em conhecer o seu futuro e a corrupção causada pelo poder são os temas principais desta que foi considerada por Aristóteles como a mais perfeita tragédia grega.

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