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domingo, 27 de dezembro de 2015

Alain Badiou & Slavoj Žižek - Philosophy In The Present (Inglês)














Two controversial thinkers discuss a timeless but nonetheless urgent question: should philosophy interfere in the world? Nothing less than philosophy is at stake because, according to Badiou, philosophy is nothing but interference and commitment and will not be restrained by academic discipline. Philosophy is strange and new, and yet speaks in the name of all - as Badiou shows with his theory of universality. Similarly, Zizek believes that the philosopher must intervene, contrary to all expectations, in the key issues of the time. He can offer no direction, but this only shows that the question has been posed incorrectly: it is valid to change the terms of the debate and settle on philosophy as abnormality and excess. At once an invitation to philosophy and an introduction to the thinking of two of the most topical and controversial philosophers writing today, this concise volume will be of great interest to students and general readers alike.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Alain Badiou - A Hipótese Comunista














A hipótese comunista articula duas teses: uma de ordem econômica e outra histórica. Seu argumento é o de que a subordinação do trabalho à classe dominante não é inevitável, mas a afirmação de um novo período na história implica a resolução de graves problemas surgidos a posteriori. Neste volume o leitor encontrará ensaios sobre Maio de 1968, a Comuna de Paris, a Revolução Cultural Chinesa. Longe do “pensamento único”, variando entre Mitterrand, Chirac, Jospin e Sarkozy, o imenso mérito deste livro é ter restabelecido a política de emancipação na tradição nacional francesa, um pensamento político voltado para uma ética internacionalista, ou seja, para o comunismo da multiplicidade.

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Alain Badiou - Pequeno Manual De Inestética














Arte e filosofia estão historicamente ligadas. Didatismo, romantismo e classicismo são os esquemas possíveis de ligação entre a arte e a filosofia; a educação dos indivíduos, mormente, da juventude é o terceiro termo desta ligação. No didatismo a filosofia liga-se à arte através de uma vigilância educativa da sua destinação extrínseca para o verdadeiro. No romantismo, a arte realiza na finitude toda a educação subjetiva de que a infinitude filosófica da ideia é capaz. No classicismo, a arte capta o desejo e educa a sua transferência pela proposição de uma aparência do objeto. A filosofia é aqui convocada enquanto estética dando o seu parecer sobre as regras do "agradar". Segundo o autor, o que caracteriza este século decadente é que tendo experimentado a saturação destes três esquemas, ele não introduziu, em simultâneo, um novo esquema. O que tende a produzir uma espécie de desligação dos termos, uma desconexão entre arte e filosofia e a queda pura e simples do que circulava entre elas: o tema educativo. Daí, decorre a tese em torno do qual este pequeno trabalho de Badiou representa uma série de variações: face a uma tal situação de saturação e de encerramento, impõe-se tentar propor um novo esquema, um quarto modo de ligação entre a filosofia e a arte.

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