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quinta-feira, 28 de julho de 2016

Charles Baudelaire - Pequenos Poemas Em Prosa (Le Spleen De Paris)
















Charles Baudelaire (1821-1867) foi o grande poeta francês a cantar os sentimentos da cidade grande, onde as pessoas não se conhecem e onde, na multidão, é possível ser atraído por uma silhueta desconhecida. Foi assim em As flores do mal e é assim também em O spleen de Paris, coletânea de 51 poemas em prosa que foi publicada postumamente, em 1869. “Spleen” – ou enfado, melancolia sem razão objetiva, tédio – é o sentimento imbuído do qual o eu poético vagueia pela capital francesa, propondo, em pequenos textos sem rima, divagações e devaneios de fluxo de consciência, sem restrições formais, comprometidos apenas com o lirismo da alma. Não faltam aqui tipos e figuras que retratam toda a abrangência e a universalidade da miséria humana: velhos, pobres, cães, viúvas, trabalhadores e operários, beldades, artistas... Ora contos, ora pequenos perfis, estes textos demonstram toda a genialidade e a ousadia deste que foi um dos primeiros poetas modernistas.

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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Charles Baudelaire - Paraísos Artificiais














Paraísos artificiais reúne dois ensaios realizados pelo poeta seguindo o seu interesse pelos chamados estados de exaltação atingidos pelo uso de drogas, especialmente as da época: ópio e o haxixe. Em "Um comedor de ópio", Baudelaire comenta e analisa o livro de Thomas de Quincey, Confissões de um comedor de ópio, de quem foi tradutor e grande admirador. No "Poema do haxixe", o poeta fala sobre os efeitos da droga baseado em suas experiências e na convivência com poetas, pintores e jovens intelectuais franceses, que se reuniam no Club des Hachichins, no Hotel Pimodan, em Paris, onde residia Baudelaire.

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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Charles Baudelaire - Pequenos Poemas Em Prosa














Um das mais importantes obras de Baudelaire, ao lado de As flores do mal, este livro (que é também conhecido como O spleen de Paris) é uma reunião de escritos do autor publicada postumamente, em 1869. Os poemas consumiram mais de dez anos até sua feição definitiva – muitos inclusive já haviam aparecido em jornais e receberam de pronto a estima e a admiração da crítica e do público – e foram primeiramente organizados por Théodore de Banville e Charles Asselineau. A obra resultante é tida hoje como algumas das mais importantes páginas já escritas da literatura universal.
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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Charles Baudelaire - As Flores Do Mal














As Flores do Mal, livro publicado em 1857 por Charles Baudelaire, é considerado um marco na produção literária do fim do século 19. Com suas Flores do Mal, o poeta inventa uma linguagem na qual a realidade grotesca interage com a linguagem sublimada do Romantismo (Auerbach). Para se entender melhor a poesia de Baudelaire e suas características tão peculiares, é preciso ater-se no ambiente e na época em que o poeta transitava. Tanto a França como a capital viviam os deslumbres da modernidade. Paris, a grande cidade, apresentava os contrastes entre o velho e o novo, resquícios do passado e apontamentos da modernidade e, por sua vez, essa alteração interferia nas relações sociais (modernidade alterando o perfil da sociedade). A época, resultado do processo de antropofização, proporcionava uma valorização do individualismo, do olhar voltado para a exterioridade, para o concreto, deixando de lado a vida interior.

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terça-feira, 5 de maio de 2015

Charles Baudelaire - Escritos Sobre Arte














Considerado uma das referências da literatura moderna, Charles Baudelaire também foi influente crítico de arte e tradutor respeitável, qualidade retratada em sua versão para o francês de contos e ensaios de Edgar Allan Poe.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Charles Baudelaire - As Flores Do Mal














As Flores do Mal, livro publicado em 1857 por Charles Baudelaire, é considerado um marco na produção literária do fim do século 19. Com suas Flores do Mal, o poeta inventa uma linguagem na qual a realidade grotesca interage com a linguagem sublimada do Romantismo (Auerbach). Para se entender melhor a poesia de Baudelaire e suas características tão peculiares, é preciso ater-se no ambiente e na época em que o poeta transitava. Tanto a França como a capital viviam os deslumbres da modernidade. Paris, a grande cidade, apresentava os contrastes entre o velho e o novo, resquícios do passado e apontamentos da modernidade e, por sua vez, essa alteração interferia nas relações sociais (modernidade alterando o perfil da sociedade). A época, resultado do processo de antropofização, proporcionava uma valorização do individualismo, do olhar voltado para a exterioridade, para o concreto, deixando de lado a vida interior.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Charles Baudelaire - Sobre A Modernidade














Autor dos conhecidos poemas "As flores do mal", Charles Baudelaire foi também o mairo crítico de arte de seu tempo. Perseguido pela obsessão de formar uma consciência estética, Baudelaire tem idéia clara sobre a função crítica. Ela não deve ser fria e algébrica, nem desprovida de amor e ódio. Tampouco deve exprimir a condescendência dos floreios e gentilezas. A crítica justa - única possível - é parcial, apaixonada e política. O universo é subjetivo e é subjetivamente que Baudelaire recusa ou elogia um artista. Sabe mostrar-se irritado e apaixonado e joga-se por inteiro nos seus artigos sobre as artes. É principalmente por ter sido um precursor da estética moderna que Baudelaire aparece como marco obrigatório de referência a todos os que pensam a modernidade hoje.

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